A cobrança chega consolidada; a decisão de onde agir, não
O painel oficial ou a corregedoria mostram o indicador já fechado, mas a gestão do dia a dia é outra história: saber o que puxa o desempenho para baixo, o que está prestes a virar problema e como dividir o trabalho da equipe para atacar primeiro o que mais pesa. Hoje isso vive em planilhas paralelas, montadas à mão a cada corte, refeitas a cada cobrança.
- O relatório sai bruto, e transformá-lo em visão de gestão consome horas da chefia.
- O problema (acervo antigo, prazo estourando, meta em risco) só aparece quando já virou número ruim.
- Distribuir trabalho sem critério objetivo gera retrabalho e desequilíbrio na equipe.
- Cada pedido da corregedoria ou da direção do foro vira uma nova planilha de véspera.