O registro de campo se perde entre a diligência e o laudo
A diligência produz muito material em pouco tempo: dezenas de fotos, áudios gravados no local, anotações rápidas e documentos recebidos na hora. Esse material costuma terminar numa galeria de celular, desvinculado dos quesitos que ele deveria sustentar.
- As fotos ficam sem contexto: qual ambiente, qual horário, quem estava presente.
- A anotação feita no local se perde entre aplicativos de mensagem e papel.
- Na hora de redigir, falta a linha do tempo do que foi observado e em que ordem.
- Reconstruir a cadeia de custódia depois da diligência consome horas de análise técnica.